BRAZA - Oxalá
Direção – BRAZA e Ronaldo Land Direção de Fotografia – Mano Brandão Edição – BRAZA Desenho de Som – BRAZA Cor – Ronaldo Land Direção de Arte – Vagner doNasc. e Marcel Gonçalves Cenografia – Vagner doNasc., Marcel Gonçalves e Stella Leite Dançarinas – Maryam Kaba, Sabrina Ginga e Gabriela Ziriguidum Figurino Dançarinas – Gabi Monteiro Dançarinos - Erick Popping, Rafael Tetris e Jonatas Paulo Ator - Cezar Conde Texto Interlúdio - Vitor Isensee e Cezar Conde Câmera – Mano Brandão e Ronaldo land Primeiro Assistente de Câmera – Douglas Picolo Segundo Assistente de Câmera – Thiago Pozes Loger – Felipe Távora Gaffer – Rodrigo Graf Assistente de Elétrica – Ricardo (Tato) Maquinista – Mikinho Eleutério Produção – Bruno Dhi Genaro e Bruno Negreiros Maquiagem – Carolina Pires Assistente de Maquiagem – Pedro Reis Making Of - Daniel Pardal, AF Rodrigues e Renan Torres Realização – Mutirão e Milenar Produções Ficha Técnica da Música Produzida por BRAZA Gravada por Pedro Garcia durante Outubro e Novembro de 2015 no estúdio Cantos do Trilho, Santa Teresa, Rio de Janeiro Mixada por Mario Caldato Jr no estúdio MCJ Sound, Los Angeles, Califórnia. Masterizada por Chris Hanzsek no estúdio Hanzsek Audio, Snohomish, Washington Pedro Lobo – Baixo Pacato – Percussão Composição, letra e arranjo por BRAZA Editada por Mutirão Edições Letra Subi a escadaria para me benzer E pedi ajuda para Oxalá Consultei os astros para entender Lua cheia, eu me batizei no mar Habeas Corpus moral, apneia mental Imperativo espiritual O fogo queima, o coral corta Se não há risco a criatura é morta Só você pode se conhecer Seu equilíbrio, sua verdade Se aquele instinto é uma necessidade E a trindade nesse trinômio: Você, seus anjos e seus demônios Subi a escadaria para me benzer E pedi ajuda para Oxalá Consultei os astros para entender Lua cheia, eu me batizei no mar O que eu estou fazendo da minha vida? O que eu estou fazendo da minha vida? Lambendo a carne viva com o dedo na ferida Brindando a existência e aprendendo a distinguir A hora de refrear, a hora de transgredir Chorando minhas dores, moldando meus valores Tacou pedra, finto a pedra. Tacou flores, voltam flores É uma linha tênue, é menos que um semitom Quando o bom não é o certo, quando o certo não é bom Subi a escadaria para me benzer E pedi ajuda para Oxalá Consultei os astros para entender Lua cheia, eu me batizei no mar Ah minha vida toda! Um ato de desapego Do corpo, do casamento, do parente, do emprego Fé é confiança, no que quer que se invista Tem fé o ateu, tem fé o cientista Me curvo humildemente ante aquilo que não sei Acredito no Amor, ganho o jogo no fair play Só não espero a providência pra encontrar a minha essência Pois não há um salvador que nos tire essa incumbência Subi a escadaria para me benzer E pedi ajuda para Oxalá Consultei os astros para entender Lua cheia, eu me batizei no mar BRAZA é Nícolas Christ – Bateria Danilo Cutrim – Guitarra e Voz Vitor Isensee – Teclado e Voz braza.com.br [email protected] Instagram.com/onbraza Facebook.com/onbraza
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