Cavalheiro das Cinzas
*"Cavalheiro das Cinzas"* (Verso 1) Na escuridão da noite, minha armadura é gelo Em meio às neblinas, cavalga o meu pesadelo As lembranças me levam ao mesmo lugar frio e sombrio Um reino em ruínas, onde enterrei meu brio (Pré-Refrão) Espada cega, juramento rachado Cada passo ecoa no chão amaldiçoado Corvos vigiam meu elmo enferrujado E o vento sussurra: "Estás condenado" (Refrão) Sou cavalheiro sem honra, sem rei, sem altar Guardião de um trono que vi desmoronar Na neblina eu juro, na neblina eu mato Luto contra a noite, mas a noite é meu manto (Verso 2) Estandartes rasgados choram no vendaval Minha capa é mortalha, meu brasão é chacal Os salões têm fantasmas brindando com fel E o cálice entorna lembranças de papel (Pré-Refrão) Feridas antigas sangram sob a cota Cada cicatriz é um nome, uma derrota Rezo pro aço, mas o aço me trai No espelho da lâmina, só a morte me atrai (Refrão) Sou cavalheiro sem honra, sem rei, sem altar Guardião de um trono que vi desmoronar Na neblina eu juro, na neblina eu mato Luto contra a noite, mas a noite é meu manto (Ponte) Que se quebre a espada, que se rompa a lei Se o mundo é sombrio, sombrio serei Com punho de ferro e alma em estilhaço Eu reino nas trevas, sou dono do espaço (Refrão Final) Sou cavalheiro sem honra, sem rei, sem altar Guardião de um trono que vi desmoronar Na neblina eu caio, na neblina eu levanto Pois até no inferno, um cavalheiro tem pranto [Letra : Andresson V.B]
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