"O mundo não acabou com um trovão. Acabou no ecrã partido do meu telemóvel."
Dizem que os fins devem ter estilo, mas a vida real é mais caótica. Quando o passado bate à porta e o destino nos obriga a saltar para o vazio, só nos resta uma coisa: cravar o tacão no rebordo da realidade, retocar o batom vermelho e não parar de dançar.
Esta música é o primeiro fragmento de um diário escrito entre ruínas e despertares. Uma herança contada ao contrário, onde o sarcasmo é a única magia que resta e o caos é o prato principal.
Se o mundo se vai derreter como plástico ao sol, eu já escolhi o meu lugar na primeira fila. Bem-vindos ao meu final.