Erro banal
Não sei o que você sente, nem se foi real, Se fui só um instante, um erro banal. Virei fotografia num álbum sem cor, Um nome esquecido, sem dor, sem amor. Talvez eu seja pó que o vento levou, Uma história que o tempo nunca contou. Ou palavras vazias, ditas sem querer, Que nunca moraram no seu viver. Pré-refrão Se em teu peito não houve verdade, Se meu nome foi só vaidade… Refrão Então apaga… se eu ainda existir, Apaga a lembrança de eu ter sido aqui. Se fui mentira no teu coração, Me apaga da memória, da canção. Apaga… se eu nunca fui, Se meu amor nunca te construiu. Prefiro o silêncio da dor final Do que ser lembrança artificial. Verso 2 Não sei se você sorriu ao me esquecer, Ou se também doeu em você. Não sei se meu nome ainda mora em você, Ou se já virou pó outra vez. Talvez eu tenha amado sozinha, Talvez você nunca foi minha. Talvez eu fui só um capítulo errado, Num livro que nunca foi terminado. Pré-refrão Se teu amor nunca foi real, Me deixa virar nada… afinal. Refrão Então apaga… se eu ainda existir, Apaga a lembrança de eu ter sido aqui. Se fui mentira no teu coração, Me apaga da memória, da canção. Ponte Mas se um dia doer lembrar, Se meu nome ainda te fizer parar… Então saiba: eu fui verdade em mim, Mesmo que não fui em ti. Refrão final (suave) Não apaga… se eu ainda existir, Guarda só o que te fez sorrir. Se fui pó, fui vento, fui dor, Também fui amor.
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