O ouro nunca esteve nas mãos…
sempre esteve nas veias.
A gente chamou de progresso.
Chamou de valor.
Chamou de necessidade.
Mas no fim…
só alimentamos a própria fome.
Cada escolha, cada troca, cada silêncio —
mais um pedaço nosso entregue.
E quando não sobrar mais nada…
o que ainda vai correr dentro de você?