INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Inteligência Artificial é a automação de processos capaz de executar decisões complexas com alto grau de autonomia. Ela simula comportamentos inteligentes sem possuir inteligência humana. Não é inteligência no sentido humano do termo: não há consciência, intenção, compreensão ou experiência subjetiva. Sistemas de IA não entendem o que fazem, apenas processam padrões e executam regras ou modelos estatísticos. Sua autonomia é instrumental, não cognitiva: não têm metas próprias, apenas otimizam objetivos definidos por humanos. Neste sentido, chamar isto de “inteligência” não deixa de ser uma metáfora conveniente — e que funciona: IA resolve problemas, toma decisões e aprende padrões, comportamentos que parecem inteligentes ao observador externo. Do ponto de vista operacional, costuma-se definir inteligência como a capacidade de realizar tarefas que exigiriam inteligência humana. Com autonomia crescente, a IA executa processos complexos sem supervisão constante. Dito isto, o mais preciso é classificá-la como inteligência funcional, não fenomenológica. Como toda ferramenta, a chamada IA é neutra. Este vídeo demonstra como ela pode ser usada de forma perigosa. IA não é perigosa em si; o uso que fazemos dela pode ser.
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