Sola da Bota
(Verso 1) O berrante tocou cedo, o sol já despertou A poeira da estrada o meu destino traiu Chapéu bem apertado, fivela a brilhar O som da sanfona convida pra dançar Não importa o cansaço, não importa o calor Onde tem uma moda, eu entrego o meu valor. (Refrão) É na sola da bota, é na palma da mão Levantando a poeira desse meu chão O sistema é bruto, o compasso é certo Bate o pé, bate o salto, sou um bom violeiro É na sola da bota, o chão vai tremer Essa festa é nossa e não tem hora pra vencer! (Verso 2) A morena brilha, o salão incendiou No balanço do corpo, o meu mundo parou É um rasta-pé de um lado, um dois-e-dois do outro O coração galopa igual cavalo solto Quem é da lida sabe, quem é do trecho entende A alegria do campo é um fogo que não se rende. (Refrão) É na sola da bota, é na palma da mão Levantando a poeira desse meu chão O sistema é bruto, o compasso é certo Bate o pé, bate o salto, sou um bom violeiro É na sola da bota, o chão vai tremer Essa festa é nossa e não tem hora pra vencer! (Ponte - Solo de Violão e Gaita rápida) Pisa firme no tablado! Faz barulho, meu peão! Que o destino é traçado Pela batida do coração! (Refrão Final) É na sola da bota, é na palma da mão Levantando a poeira desse meu chão O sistema é bruto, o compasso é certo Bate o pé, bate o salto, sou um bom violeiro É na sola da bota, o chão vai tremer Essa festa é nossa e não tem hora pra vencer! (Finalização) (Bate o pé três vezes: PAM! PAM! PAM!) Na sola da bota! Segura, peão!
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