Jacarandá
não há porque, não há te preocupa menos, deixa entrar pratas vou beijar essa que te olha eternamente deseja somente poder acalentar lua sussura num copo gelado com malícia nua que acompanhado hoje vou deitar tudo que flutua no meio das pausas do que nós falamos cada coração carrega o próprio peso e sozinhos nós seguimos suportando é menos solitário aqui e de solidão sabes que entendo bem a areia negra que entorna vulcoes seremos também me ache na noite gaguejando nessa mesa sobre nossas impronunciáveis pequenezas você viciada em meu amor vai quebrando a imensa dor me ache podendo te amar como jamais amei juntos chorar e rir também sobre o que eu nao calculei tu há de ser a espada que me desarma a certeza de que por e no amor mil vezes errarei meus olhos no vão de tuas costas que a estrela vênus fez favor de sombrear tua mão sagrada seca o meu suor de vinho embriagado meus dedos amargos quase fazem nó tudo que flutua no meio das pausas do que nós falamos cada coração carrega o próprio peso e sozinhos nós seguimos suportando é menos solitário aqui e de solidão sabes que entendo bem esse teu quebranto me mastiga e cospe ele me mantém refrão receba as minhas cartas assinado eu com tinta cor de lágrima eu tento articular a respeito da sorte que eu tenho em poder ficar e debruçar-me no teu coração e casco de jacarandá
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