Fevereiro, Saturno
iemanjá foi quem veio o conflito apaziguar foi janaína quem trouxe o abraço soturno das ondas do mar tentando convencer todos a acreditar eles não ousariam encarar o luar os pais dela rugem em incompreensão minhas gengivas formigam em antecipação essa moça sincera feita de azeviche inerte, um monólito atordoada e quase triste se me entende então fique e por favor não pise nos puberes cacos de mim não saberás suportar tamanha dor que eu trarei nem deus sabe o quanto eu tentei te amar mas jamais poderei canções sobre canções, gosto de aço com aço uma mãe viúva recolhe estilhaços dona janaína olhando por cima coberta em correntes, cintila divina e tudo que é sincero deve me tocar pois sou grande e sagrado e ninguem poderia ousar desgostar, discordar tens de me adorar, te suplico meu dom de transfiguração, teu rosto fantasma em minhas mãos até ficar cego te olhei saturno triunfa sobre a terra te amar eu jamais poderei
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